quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Zika-Microcefalia: epidemia ou fraude abortista?


por Cristian Derosa

A comunidade científica tem ficado a cada dai menos confiável. É só ver as previsões catastróficas do aquecimento global e neve acumulando-se no Hemisfério Norte.

Agora a Fiocruz arrumou-se. Ganhou financiamento milionário para auxiliar no desenvolvimento de vacina contra o Zika em conjunto com os Estados Unidos. E os suspeitos de terem contraído o zika vírus ganharão bolsa por causa da consequência imediata e aparentemente inevitável: a microcefalia. Claro que isso será feito após uma investigação. Mas a GloboNews corre na frente e recomenda: se você teve o zika e estiver grávida, corra para se inscrever no benefício. Oferecendo bolsa, quem agora vai duvidar que estamos diante de uma epidemia inevitável e seríssima?

Acontece que os casos relacionando zika e microcefalia são pouquíssimos, tendo sido descartados mais de 400 casos, deixando como evidência desta suposta relação, apenas 200 casos. Os 1.400 casos alarmados na imprensa são, na verdade, apenas o montante de casos suspeitos para análise. A confusão é tamanha que até a OMS pediu maior transparência nos números fornecidos pelo Brasil. Fica a cada dia mais evidente a contradição entre a incerteza dos médicos e a certeza quase fanática da imprensa.

Desde o início, diante da mera suspeita de relação entre o mosquito e a microcefalia, os números de casos suspeitos da deformação já eram amplamente divulgados, portanto tratados pela mídia como certos. Esta é a marca inconfundível de uma fraude, como foi e tem sido no aquecimento global: a elevação de suspeita à certeza e a exploração do medo. Em seguida, vem a solução proposta: uma vacina que levará 4 anos para ser desenvolvida. Enquanto isso, corre dinheiro para verbas milionárias de pesquisa. Eis o porquê de não haver praticamente nenhuma voz médica chamando a atenção para as centenas de suspeitas que pesam sobre a questão.

Uma coisa é a suspeita de fraude, que cresce a cada vez que a imprensa decide falar do assunto, tanto pela incongruência das informações, quanto pela insistência e sensacionalismo das matérias. Outra coisa são as hipóteses de fraude, que são muito difíceis de saber. No momento, quase todas parecem verossímeis, mas difícil conciliar todas elas. Cada uma delas necessitaria de uma investigação aprofundada.

A primeira delas é o lote de vacina da Rubéola, que teria sido aplicado à população sem o devido cuidado (segundo alguns, a data de validade). A rubéola, como se sabe, causa má formação no feto e pode ter sido acobertada devido o volume monstruoso de indenizações que ocasionaria.

Outros chamam a atenção para a recente determinação da Anvisa que ocasionou a diminuição do índice de iodo na água. A falta de sódio na gravides é uma das causas de malformações.

Outra suspeita gira em torno do mosquito geneticamente modificado, criado pela empresa britânica Oxitec, que foi contratada pelo governo brasileiro. A contratação envolve uma série de irregularidades, havendo inclusive alegações de que "atendeu a mais objetivos políticos do que técnicos". Um dos acionistas da empresa é o conhecido eugenista Bill Gates, que já falou publicamente em utilizar mosquitos geneticamente modificados para reduzir a população da Terra.

Por cima de tudo isso está a clara intenção de utilizar a situação para fomentar o aborto. Já que o STF aprovou o aborto de anencéfalos, seria a hora dos microcéfalos. Quanto a essa questão (que não indica necessariamente como foi armada a fraude) há também inúmeras evidências de comprometimento com a causa abortista. Isso pode ser evidenciado com uma simples análise das fontes das matérias jornalísticas sobre o assunto, nas quais há inúmeros médicos ligados a laboratórios assumidamente favoráveis à ampliação das leis de aborto no país.

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