segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Manjedoura

Você já viu uma manjedoura? Tocou numa?


Fiz esta pergunta para uma plateia. Não imaginava a resposta: poucas, pouquíssimas, mãos assentiram.


No Natal, falamos de Jesus deitado numa manjeodura e, assim mesmo, devemos continuar falando.


Sinal que a encarnação de Deus em Jesus se revestiu da inteireza da condição humana, ela nos fala da grande capacidade de sua mãe em improvisar. Como Maria, devemos pedir sabedoria a Deus para nos adaptarmos às mudanças, sempre inevitáveis.


A manjedoura é também um atestado da veracidade do nascimento de Jesus. Ter a manjedoura como berço, inusitado berço de palhas, no andar térreo de uma casa, era algo que ninguém inventaria. Era coisa para ser escondida.


Como lemos, o anjo disse que os pastores encontrariam Jesus deitado numa manjedoura. E assim aconteceu, numa prova de que aquilo que Deus anuncia se realizará. Como os pastores das colinas de Belém, podemos saber que o Deus diz é verdade.


Como ovelhas do rebanho de Deus, precisamos de uma manjedoura. Se formos à manjedoura, seremos alimentados pelo pão da vida, que é Jesus.




Israel Belo de Azevedo

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