quinta-feira, 28 de abril de 2011

O Primeiro Mandamento



Trecho do livro O Primeiro mandamento, de Brad Thor

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Eles foram até o morro do Corcovado, onde fica o Cristo Redentor, a imensa estátua de Jesus com os braços abertos. Havia algo no monumento que fazia Harvath se lembrar de Atlas sustentando a Terra.

Harvath via paralelos entre Cristo e Atlas. Os valores judaico-cristãos eram uma das poucas coisas que sustentavam o mundo civilizado moderno contra as hordas bárbaras de extremistas muçulmanos.

Harvath teve de rir consigo mesmo. O termo "extremista muçulmano" começava a cansá-lo. Era o jargão do politicamente correto, algo que ele odiava nos outros e desprezava em si mesmo. A expressão devia fazer uma diferença entre os bons e os maus muçulmanos, mas, para Harvath, a cada dia que os bons muçulmanos não faziam absolutamente nada com relação às atrocidades cometidas em seu nome, a divisão entre eles e os maus muçulmanos tornava-se cada vez mais indistinta.

Só o que era necessário para o mal triunfar era que as boas pessoas não fizessem nada. Harvath via isso todo dia e estava decidido a não permitir que sua nação fosse infestada pelo Islã. Os franceses já eram uma causa perdida e muitas outras nações seguiam seu exemplo, permitindo tribunais islâmicos, proibindo símbolos históricos importantes, ícones e passatempos inocentes como natação mista para apaziguar suas minorias muçulmanas crescentes e cada vez mais ruidosas. O multiculturalismo era uma besteira. Era o politicamente correto às cegas e isso o deixava doente. Se essas pessoas queriam que as coisas fossem exatamente como em seus países de origem, por que não continuaram lá?

Muitas opiniões de Harvath pareciam xenófobas, mas ele conquistara o direito a elas. Estivera na linha de frente da guerra contra o terror e vira o que os extremistas eram capazes de fazer. O Islã radical dizia respeito tanto a criatividade ideias cuidadosa e deliberadamente aplicadas como as bombas e projéteis.

Na América, células habilmente organizadas dos chamados "muçulmanos moderados" promoviam um jihad ideológico, tentando destruir tudo o que o país representava. Eram um inimigo paciente e determinado, disposto a transformar a nação nos Estados Unidos do Islã e muitos responsáveis pela proteção da América não davam atenção a isso.

Considerando a maré de imigração ilegal e a agenda islâmica radical na América, havia ocasiões em que Harvath tinha vontade de chorar por seu país.

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