quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Cientologia sob investigação do FBI por tráfico humano

A Igreja da Cientologia, que reúne figuras como Tom Cruise e John Travolta, está a ser investigada pelas autoridades norte-americanas por suspeitas de tráfico humano e trabalhos forçados


O argumentista e realizador Paul Haggis, ele próprio membro da Igreja da Cientologia durante 34 anos, revelou ao jornal The New Yorker alguns dos segredos daquela organização. O autor de Million Dollar Baby, vencedor do Oscar para Melhor Filme, em 2004, alega que o líder da igreja, David Miscavige, amigo próximo de Tom Cruise, forçou trabalhadores a levar a cabo tarefas duras, como recuperar um edifício, reparar motas e barcos, por 50 dólares por semana.

Segundo o jornal, a igreja está agora sob investigação federal, por acusações de tráfico humano e trabalho escravo. Em causa estará também ainda a alegada existência de "campos de reeducação" para onde serão enviados os cientologistas que não cumpram os seus deveres religiosos e onde um membro, Bruce Hines, terá passado seis anos.

Hines conta que, quando foi enviado para um desses campos, em 1995, estavam lá outras 11 pessoas. Em 2000 eram já 120.

Fonte: Visão - Portugal

Um comentário:

B. D. disse...

DECLARAÇÃO IGREJA DE CIENTOLOGIA
É infeliz que o The New Yorker escolhesse introduzir aos seus leitores a Scientology através dos olhos de um apóstata, alguém que eruditos religiosos unanimemente denunciam como duvidoso, em vez de aproveitar o convite da Igreja para experimentar as suas praticas e trabalhos humanitários em primeira mão. O The New Yorker não menciona a iniciativa global de direitos humanos de Scientology, que educou milhões sobre direitos humanos. Ou a sua cruzada “A Verdade Sobre Drogas”, que ensina milhões como viver uma vida livre de drogas. Ou o seu programa global dos Ministros Voluntários, cujo trabalho em Haiti tem sido aclamado pela comunidade internacional. Ou as suas dezenas de
novas Igrejas a trazer a tecnologia de Scientology que salva vidas a
comunidades em todo o mundo. De facto, a mais recente Igreja acaba de abrir em Melbourne, Austrália, na semana passada.
A única verdade no artigo é o seu reconhecimento do efeito positivo
que Scientology tem tido na vida dos seus seguidores e do mundo em
geral – essa é a mensagem de Scientology.
O artigo é pouco mais do que uma regurgitação de velhas alegações que
foram, faz muito tempo, refutadas. É uma decepção uma revista com a
reputação de The New Yorker ter decidido voltar a imprimir estas
alegações sensacionalistas de anteriores membros que se desligaram.
Quanto à alegação que a Igreja está sujeita a uma investigação
federal, a Igreja nunca foi avisada de alguma investigação
governamental, um facto que The New Yorker sabia antes de lançar o artigo .
Além disso, o assunto da alegada investigação foi recentemente
abordado num processo legal instigado pelos mesmos indivíduos que são
as fontes do artigo e a queixa foi retumbantemente refutada por um
Juiz de um Tribunal Distrital Federal. O The New Yorker estava ciente
deste facto mas utilizou fontes anónimas para criar uma
“investigação” para criar títulos a um artigo que de resto não
continha mais nada do que alegações sem fundamento já muito batidos. Qualquer pessoa que queira saber a verdade sobre Scientology podem fazê-lo por eles mesmos indo a uma Igreja de Scientology, cujas portas estão sempre abertas, ou ir ao website da Igreja, www. Scientology.org.
Igreja Internacional de Scientology via: Igreja Portuguesa de Cientologia