sábado, 26 de fevereiro de 2011

Cartaz denuncia aborto de negros em Nova York

 por Wagner Moura

Os bebês negros são mais abortados que qualquer outro, nos Estados Unidos: em 2009, por exemplo, mais da metade (59,8%) das gravidezes de mulheres negras terminaram em aborto. Não é coincidência que a maior a rede de abortos dos EUA, a Planned Parenthood – que, recentemente, foi envolvida num escândalo de cooperação com tráfico de menores -, estabeleça a maior parte de suas clínicas em bairros com maior população afroamericana.

Diante deste verdadeiro escândalo, o grupo pró-vida, Life Aways, decidiu fazer alguma coisa e denunciar, por meio de um cartaz muito do comportado, que, na cidade de Nova York, 6 de cada 10 gravidezes de mulheres negras norte-americanas terminam em abortos provocados. O cartaz foi considerado “racista”. Promover um genocídio de homens e mulheres negras deveria ser considerado um “mero serviço” de saúde para os abortistas, não é mesmo?

O William Murat explica mais no blog Contra o Aborto: O genocídio dos negros norte-americanos

Veja, a seguir, o vídeo de 30 segundos que os pró-vida americanos divulgam para que os cidadão se mobilizem para impedir o financiamento do Governo à Planned Parenthood.







“Imagine um Governo dando centenas de milhões de dólares de seus contribuintes para uma empresa que faz isso… Faz exatamente isso, mas não com nossos coelhos. Recebendo mais que U$300 milhões de dólares, a cada ano, a Planned Parenthood faz isso centenas de milhares de vezes por dia. Diga ao Congresso! É hora de parar com o financiamento público à Planned Parenthood”.

Fonte: Vida sim, Aborto não!

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