quinta-feira, 1 de abril de 2010

Moído e vertido

Ele escolheu o caminho que aponta para baixo; entra em Jerusalém montado em um jumento, não em um cavalo,

acompanhado de crianças, não de soldados,

chorando,

humilde.

E morre,

nu,

sangrando,

com sede,

sozinho.

Talvez seja isso o que quer dizer quando afirma: "Façam isto em memória de mim". A parte do "façam isto" é nossa vida. Abrir-nos para o mistério da ressureição, abrir-nos para a libertação de outros, permitir que nosso corpo seja moído e nosso sangue vertido, descobrir nossa eucaristia. Escutar. E ir.

Porque, quando fizermos isso em memória dele,

o mundo nunca mais será o mesmo;

nunca mais seremos os mesmos.

Ora, isso, sim, é um manifesto.



Trecho do livro Jesus quer salvar os cristãos de Rob Bell e Don Golden

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